É espantosa a
quantidade de postagens que lemos no Facebook e em outras redes sociais
lamentando o dia-a-dia vivido pelas pessoas. Há pessoas que reclamam do chefe,
enquanto outras não possuem sequer um trabalho. Há quem reclame da bagunça dos
filhos, enquanto outros são solitários. Há ainda quem reclame quando não há
nada pra fazer, sendo que dois dias antes reclamava que não tinha tempo para relaxar.
As pessoas realmente são difíceis de entender... E tem aquelas que conseguem
tornar tudo ainda mais difícil. De acordo com o dicionário, ROTINA é o “caminho
já trilhado, já sabido. Prática constante, itinerário já conhecido”. Mas indo
de acordo com o que as pessoas “lamentam” na net, rotina parece ser a pior
coisa do mundo. Quem lê até pensa que a vida deste que tanto reclama parece uma
eterna festa... Só vejo as pessoas falarem mal de um dia de domingo, por
exemplo, quando não há nada de melhor pra assistir na TV ou quando seu time
perde, ou até mesmo (como é o meu caso) quando o Domingão do Faustão é a última
pedida para salvar o dia, e olhe lá! No fim das contas, se observarmos bem, não
temos rotina... Isso mesmo! Mas claro,
desde que você tenha a percepção das menores coisas que aparecem em seu dia e
que podem fazer com que o mesmo se torne diferente. No trabalho podemos até
fazer a mesma coisa todos os dias, mas a ordem e a intensidade com que as
coisas aconteçam quem determina somos nós! O ato de chegar em casa e preparar o
jantar, pode ser banal, mas experimente pedir ao “Love” uma ajudazinha...vai
ficar bem mais interessante! Observe as pessoas com quem trabalha, olhe-as com
outros olhos, conversem sobre outras coisas, fofoquem de outras coisas... Que
tal se vestir diferente hoje? Colocar aquele sapato que tava esquecido, e que
sempre dizemos “Esse é para uma ocasião especial” (sou uma dessas), quem sabe
você pode fazer com que o dia de hoje seja especial? Reclamamos tanto da
rotina, que a coitada parece ser mais uma vilã do que nossa ajudante para
deixar o dia-a-dia mais organizado. Rotina não significa fazer todo dia a mesma
coisa, significa que ao fim do dia você deverá ter cumprido determinadas metas,
a forma como isso vai acontecer só depende de você. Vamos deixar de ter o
Facebook, como o “Muro das Lamentações” e passar a ser atuante... Lembre-se:
enquanto uns estão perdendo tempo “chorando as pitangas” na tela do computador,
outros já desligaram o PC há tempos tentando fazer da sua rotina uma aliada.
Portanto, PAREM DE FALAR MAL DA ROTINA!
Elisa Lucinda me mostrou que só
tem rotina (chata) quem quer!

“Um banho de alto-astral! O espetáculo que já foi assistido
por mais de 1 milhão de espectadores agora em livro. Em setembro de 2002 nascia
a peça Parem de falar mal da rotina no Teatro Carlos Gomes (RJ) num horário
alternativo e a preços populares. Logo nas primeiras semanas ela mostrou a que
veio, alcançando enorme sucesso de público e crítica. A cerimônia de repeti-lo
todos os dias especializou sua criadora na arte de estreá-lo diariamente. É uma
nova peça todos os dias e é sempre um Parem mais atualizado e mais
contemporâneo a cada temporada. Como uma obra aberta, tudo de rico e
“ensinante” que ocorre na vida a todo o momento cabe e se transforma.
Desde o início, o espetáculo demonstrou ter um componente que “vicia” e se tornou comum encontrar em todas as apresentações pessoas que voltavam várias vezes, ora com familiares, amigos, namorados ou mesmo sozinhos. E logo seguiram os depoimentos de gente que dizia que, a partir dele, assumiram uma postura e mudaram suas vidas. Em Barcelona, onde fez quase cem apresentações, uma senhora disse à Elisa que trocara suas pílulas antidepressivas por uma sessão diária do espetáculo. A verdade é que o Parem tem seguidores, fã-clube, Orkut e discípulos. Amado por reis e plebeus, gargalhado por gregos e baianos, emocionado e chorado por crianças, sogras, pais, noras, mulheres, maridos de todas as classes e, de plateia sortida, esse espetáculo, agora adaptado para livro, te convida a desvendar o seu segredo. Vem!” – Livraria Saraiva
Desde o início, o espetáculo demonstrou ter um componente que “vicia” e se tornou comum encontrar em todas as apresentações pessoas que voltavam várias vezes, ora com familiares, amigos, namorados ou mesmo sozinhos. E logo seguiram os depoimentos de gente que dizia que, a partir dele, assumiram uma postura e mudaram suas vidas. Em Barcelona, onde fez quase cem apresentações, uma senhora disse à Elisa que trocara suas pílulas antidepressivas por uma sessão diária do espetáculo. A verdade é que o Parem tem seguidores, fã-clube, Orkut e discípulos. Amado por reis e plebeus, gargalhado por gregos e baianos, emocionado e chorado por crianças, sogras, pais, noras, mulheres, maridos de todas as classes e, de plateia sortida, esse espetáculo, agora adaptado para livro, te convida a desvendar o seu segredo. Vem!” – Livraria Saraiva
Parem de Falar Mal da Rotina
Elisa Lucinda
Editora Lua de Papel, 2010
200 páginas

Ah! que seria de mim sem a minha rotina! ela é a conquista do meu esforço, do meu trabalho, do meu espaço. E todos os dias com a minha rotina eu apredendo, tenho forças, fico cansada, me emociono, seja no trabalho, em casa, assistindo um filma ou lendo um livro!
ResponderExcluir